Sabe quando você está naquela fase 'emocional' da tpm; que tudo e qualquer coisa te machuca e te magoa?
Pois é. Eu sempre preferi a fase da raiva, porque eu não me sinto esse "cachorro sem dono", sem importância e desiludido.
Qualquer mínima coisa me enche os olhos de lágrimas, e as pessoas parecem sentir prazer em me machucar. Principalmente minha mãe. Como sempre, né? Gosta de me botar pra baixo e me magoar.
E então, quando eu fecho a cara, choro, me isolo, eu é que estou errada. Claro. É que eu não presto.
Sempre. Por que é que eu não me acostumo com isso?
terça-feira, 19 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
É que eu não presto.
Desculpa, mãe, mas simplesmente dói quando você faz pouco caso dos meus sentimentos, quando me deixa de lado, quando não me entende, quando consegue estragar minha felicidade, seja com atos, seja com palavras.
Dói quando eu nunca sou boa o suficiente pra você, quando nunca fica contente com o que eu faço, quando me crítica, me despreza, quando não se importa.
Eu te amo, mãe; mas não quero ser como você. Você escolheu amar uma filha de uma maneira além dos limites da razão, e simplesmente deixou as outras três na mão. E essa veneração doentia fica cada vez pior, e com 'as três excluídas' aqui você nem se importa.
Desculpa, mas você só mostrou que se importava quando eu quase morri. E ainda assim, pra você levar a sério, eu tive que ficar com o rosto inchado e me encher de manchas. Só assim.
Desculpa, eu não sou perfeita que nem a Carina, nem um "amor de pessoa" que nem a Natália, mas ainda sou tua filha. Eu, a Claudia e a Carla.
Só não somos tão importantes...
Você me magoa, depois me chama de estressadinha, e se acha no direito de me criticar.
Poxa, se eu sou tão ruim assim, esquece que eu existo. Me deixa em paz, não espera nada de mim, envenena minha comida, sei lá. Eu não sou perfeita, não sou a Carina. Pára de cobrar coisas que sabe que não vai conseguir de mim.
Pensa: eu podia ser pior. Podia ser viciada em alguma substância ilegal, podia mentir, roubar teu dinheiro, sair 'festiar'; ficar com dezenas de meninos numa noite, podia sair escondido, matar aula, falar palavrão, te xingar de tudo que é coisa que existe, brigar contigo, podia já ter repetido muitas vezes na escola... Mas não.
Só porque eu não gosto de estudar, sou ciumenta, "egoísta" (como você diz), estressada, exigente, só porque eu fico triste e brava fácil, só porque eu choro, só porque minhas notas caíram um pouco, só porque eu to crescendo, só porque eu não gosto de ficar bancando a dona de casa, só porque sei lá.. Não entendo qual é o problema tão grande que eu tenho, que você tem que me.. Me.. Me 'criticar' tanto. Nem sei se criticar é o termo certo.
Desculpa, mãe. Mas você consegue me machucar.
Dói quando eu nunca sou boa o suficiente pra você, quando nunca fica contente com o que eu faço, quando me crítica, me despreza, quando não se importa.
Eu te amo, mãe; mas não quero ser como você. Você escolheu amar uma filha de uma maneira além dos limites da razão, e simplesmente deixou as outras três na mão. E essa veneração doentia fica cada vez pior, e com 'as três excluídas' aqui você nem se importa.
Desculpa, mas você só mostrou que se importava quando eu quase morri. E ainda assim, pra você levar a sério, eu tive que ficar com o rosto inchado e me encher de manchas. Só assim.
Desculpa, eu não sou perfeita que nem a Carina, nem um "amor de pessoa" que nem a Natália, mas ainda sou tua filha. Eu, a Claudia e a Carla.
Só não somos tão importantes...
Você me magoa, depois me chama de estressadinha, e se acha no direito de me criticar.
Poxa, se eu sou tão ruim assim, esquece que eu existo. Me deixa em paz, não espera nada de mim, envenena minha comida, sei lá. Eu não sou perfeita, não sou a Carina. Pára de cobrar coisas que sabe que não vai conseguir de mim.
Pensa: eu podia ser pior. Podia ser viciada em alguma substância ilegal, podia mentir, roubar teu dinheiro, sair 'festiar'; ficar com dezenas de meninos numa noite, podia sair escondido, matar aula, falar palavrão, te xingar de tudo que é coisa que existe, brigar contigo, podia já ter repetido muitas vezes na escola... Mas não.
Só porque eu não gosto de estudar, sou ciumenta, "egoísta" (como você diz), estressada, exigente, só porque eu fico triste e brava fácil, só porque eu choro, só porque minhas notas caíram um pouco, só porque eu to crescendo, só porque eu não gosto de ficar bancando a dona de casa, só porque sei lá.. Não entendo qual é o problema tão grande que eu tenho, que você tem que me.. Me.. Me 'criticar' tanto. Nem sei se criticar é o termo certo.
Desculpa, mãe. Mas você consegue me machucar.
terça-feira, 12 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
Sinto falta de quando eu era importante e essencial na vida de muita gente. Sinto falta de quando eu era a querida dos professores, a cheia de amigos, de quando eu era o centro das atenções.
Sinto falta de quando ninguém me odiava, de quando eu não me sentia tão sozinha e excluída.
Sinto falta de quando minha família se importava comigo. De quando ninguém era estúpido ou me obrigava a alguma coisa. Sinto falta de não ser criticada, de ser amada.
Sinto falta de tanta coisa, porque, de repente, eu perdi muito, sem fazer nada. De repente, tudo mudou.
Agora, só uma coisa me mantem feliz.
O que a gente faz quando meio mundo te vira as costas?
Queria que não fosse apenas uma pessoa que me amasse incondicionalmente. Mesmo eu não merecendo.
Vai ver é por isso que todos me deixaram. Eu não sou uma boa pessoa.
Sinto falta de quando ninguém me odiava, de quando eu não me sentia tão sozinha e excluída.
Sinto falta de quando minha família se importava comigo. De quando ninguém era estúpido ou me obrigava a alguma coisa. Sinto falta de não ser criticada, de ser amada.
Sinto falta de tanta coisa, porque, de repente, eu perdi muito, sem fazer nada. De repente, tudo mudou.
Agora, só uma coisa me mantem feliz.
O que a gente faz quando meio mundo te vira as costas?
Queria que não fosse apenas uma pessoa que me amasse incondicionalmente. Mesmo eu não merecendo.
Vai ver é por isso que todos me deixaram. Eu não sou uma boa pessoa.
Lembranças são coisas assustadoramente dolorosas.
É irônico. Lembranças felizes nos fazem chorar de tristeza.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Só o que você consegue chorando,
É o rosto vermelho,inchado e uma enorme dor de cabeça depois.
Só o que você consegue tentando se machucar são cortes, cicatrizes; machucados que não aliviam a dor, nem resolvem o problema.
Só o que você consegue brigando, é mais dor e mais machucados.
O que você consegue tentando ser forte, é enganar todo mundo. Mesmo que a noite você chore até dormir, por não saber mais o que fazer.
O que você consegue fugindo, não é resolver o problema; é adiá-lo. Ou até mesmo, tentar esquecê-lo.
Eu nunca vou resolver nada apenas chorando. Mas eu não sou forte. E, fingir que sou, dói mais do que simplesmente aceitar a dor e ficar triste.
Só o que você consegue tentando se machucar são cortes, cicatrizes; machucados que não aliviam a dor, nem resolvem o problema.
Só o que você consegue brigando, é mais dor e mais machucados.
O que você consegue tentando ser forte, é enganar todo mundo. Mesmo que a noite você chore até dormir, por não saber mais o que fazer.
O que você consegue fugindo, não é resolver o problema; é adiá-lo. Ou até mesmo, tentar esquecê-lo.
Eu nunca vou resolver nada apenas chorando. Mas eu não sou forte. E, fingir que sou, dói mais do que simplesmente aceitar a dor e ficar triste.
A infelicidade começa aqui.
Acabou. Tudo desmoronou de vez. Nada além do já esperado, mas que, no fundo, eu tinha esperança que nunca fosse acontecer. Ou que, ao menos, fosse diferente.
Tá tudo acabado.Agora, alguém me diz que droga que eu faço da droga da minha vida?
Poxa vida, Deus, precisava brincar tanto com a porcaria dos meus sentimentos, e da minha vida? Por que não me manda pro inferno logo? Eu não quero mais viver. Eu NÃO TENHO MAIS MOTIVOS pra viver.
Eu já nem sei mais o que eu to sentindo, nem mais por que é que eu choro. É raiva, misturada com tristeza, com ódio, com tudo. Eu nunca me senti tão mal na minha vida. Eu só quero morrer. Desculpa se tem gente lutando pela vida, mas eu não tenho porque lutar. Tá tudo, tudo, tudo, tudo dando errado. Se eu morresse, ninguém sentiria minha falta; porque eu sou muito muito egoísta, e não posso abrir mão da minha felicidade em prol dos outros. NÃO POSSO.
Eu não presto. EU SEI QUE NÃO PRESTO. Não preciso que mãe, pai, irmã, uma família inteira, que nem me conhece, me diga que eu não presto. Não preciso. Eu sei. Pode ser que eu vá ali na esquina, e morra. Aí, todos os problemas de vocês terminam, e vocês nunca mais vão precisar ouvir meu nome. Já que eu desgracei a vida de vocês.
Agora, um monte de gente me odeia, minha família não se importa comigo, não tenho amigos, tenho notas baixas, professores horríveis, uma escola que eu odeio, e eu estou sozinha. SOZINHA.
Minha vida já era uma desgraça antes, mas uma desgraça bonita. Onde eu tinha pelo menos alguns motivos pra levar adiante, eu era feliz. Agora tudo acabou de vez, e eu não quero sequer imaginar a minha próxima semana, ou as próximas. Pode parecer que é drama, pra qualquer um de fora é drama, mas eu nunca fui tão infeliz na minha vida. E eu nunca tive tantos motivos pra querer me matar quanto eu tenho agora. Nunca.
Eu to com raiva, com ódio, com vontade de destruir tudo; mas no fundo, o que me domina, é a infelicidade.
Eu nunca tinha me julgado uma pessoa infeliz, até agora.
Meu Deus, dá um jeito na minha vida, porque eu não aguento mais.
Por favor, alguém me ajude. Alguém me tire daqui, alguém me mate, faça qualquer coisa, mas faça a dor passar.
Essa dor tá acabando comigo.
Tá tudo acabado.Agora, alguém me diz que droga que eu faço da droga da minha vida?
Poxa vida, Deus, precisava brincar tanto com a porcaria dos meus sentimentos, e da minha vida? Por que não me manda pro inferno logo? Eu não quero mais viver. Eu NÃO TENHO MAIS MOTIVOS pra viver.
Eu já nem sei mais o que eu to sentindo, nem mais por que é que eu choro. É raiva, misturada com tristeza, com ódio, com tudo. Eu nunca me senti tão mal na minha vida. Eu só quero morrer. Desculpa se tem gente lutando pela vida, mas eu não tenho porque lutar. Tá tudo, tudo, tudo, tudo dando errado. Se eu morresse, ninguém sentiria minha falta; porque eu sou muito muito egoísta, e não posso abrir mão da minha felicidade em prol dos outros. NÃO POSSO.
Eu não presto. EU SEI QUE NÃO PRESTO. Não preciso que mãe, pai, irmã, uma família inteira, que nem me conhece, me diga que eu não presto. Não preciso. Eu sei. Pode ser que eu vá ali na esquina, e morra. Aí, todos os problemas de vocês terminam, e vocês nunca mais vão precisar ouvir meu nome. Já que eu desgracei a vida de vocês.
Agora, um monte de gente me odeia, minha família não se importa comigo, não tenho amigos, tenho notas baixas, professores horríveis, uma escola que eu odeio, e eu estou sozinha. SOZINHA.
Minha vida já era uma desgraça antes, mas uma desgraça bonita. Onde eu tinha pelo menos alguns motivos pra levar adiante, eu era feliz. Agora tudo acabou de vez, e eu não quero sequer imaginar a minha próxima semana, ou as próximas. Pode parecer que é drama, pra qualquer um de fora é drama, mas eu nunca fui tão infeliz na minha vida. E eu nunca tive tantos motivos pra querer me matar quanto eu tenho agora. Nunca.
Eu to com raiva, com ódio, com vontade de destruir tudo; mas no fundo, o que me domina, é a infelicidade.
Eu nunca tinha me julgado uma pessoa infeliz, até agora.
Meu Deus, dá um jeito na minha vida, porque eu não aguento mais.
Por favor, alguém me ajude. Alguém me tire daqui, alguém me mate, faça qualquer coisa, mas faça a dor passar.
Essa dor tá acabando comigo.
domingo, 12 de junho de 2011
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